
Pode até haver distancia!

Não, eu não gosto de festinhas onde só tem os moleque piranha e as potrancas – minha nossa Senhora – não ouço funk no auto-falante do celular, não uso shortinhos curto pra mostrar a bunda, não uso decote até o umbigo, não masco chiclete parecendo uma vaca comendo capim, não falo gírias que nem sei o significado, não dou risada parecendo uma hiena só pra olharem pra mim. Poupo minha vida dessas coisas. Se for pra alguém me notar, vai ser do jeito que eu sou, e não porque ando com uma placa na testa escrito ‘me olhe, pelo amor de Deus, eu existo’.
Jéssica Figueredo

C: Por que você tá chorando?
B: Ah… [Porque não aguento mais um dia sem você. Porque suas provocações me fazem ficar mal, porque seu desinteresse dói lá no fundinho. Porque eu sinto falta de tudo que nós vivemos, sinto falta dos seus carinhos, seus beijos, sinto falta do jeito como me tratava. Porque você me trata mal, porque você não tá nem aí pra mim, porque eu passo o dia me perguntando como você tá, porque dói saber que você fica com outras, que você faz outra menina sentir tudo que eu sinto. Porque eu to cansada de te amar e não poder demonstrar, to cansada de tentar te mostrar que sinto a sua falta e só levar patada, corte. Porque eu cansei de fingir que é passado, que eu não to nem ai. Porque eu odeio a incerteza, odeio sua indiferença. Porque eu te amo.] Não é nada, não se preocupa. Já passa.



vanessa da mata- música
Nosso sonhos
Se perdeu no fio da vida
E eu vou embora
Sem mais feridas
Sem despedidas
Eu quero ver o mar
Eu quero ver o mar
Eu quero ver o mar
Eu quero ver o mar
Se voltar desejos
Ou se eles foram mesmo
Lembre da nossa música
Música
Se lembrar dos tempos
Dos nossos momentos
Lembre da nossa música
Música
Nossas juras de amor
Já desbotadas
Nossos beijos de outrora
Foram guardados
Nosso mais belo plano
Desperdiçado
Nossa graça e vontade
Derretem na chuva
Se voltar desejos
Ou se eles foram mesmo
Lembre da nossa música
Música
Se lembrar dos tempos
Dos nossos momentos
Lembre da nossa música
Música
Um costume de nós
Fica agarrado
As lembranças, os cheiros.
Dilacerados
Nossa bela história
Tá no passado
O amor que me tinhas
Era pouco e se acabou
A ambição envenenou a alma dos homens, ergueu um muro de ódio ao redor do mundo, nos atirou dentro da miséria e também do ódio.
Desenvolvemos a velocidade mas nos fechamos em nós mesmos.
As máquinas que trouxeram mudanças nos deixaram desamparados.
Nossos conhecimentos nos deixaram cínicos.
Nossa inteligência nos deixou duros e impiedosos.
Nós pensamos demais e sentinos muito pouco.
Mais do que maquinaria, nós precisamos de humanidade.
Mais do que inteligência, precisamos de bondade e compreensão.
Sem estas qualidades a vida será violenta e estaremos todos perdidos.
O aeroplano e o rádio nos aproximam, e a própria natureza destes inventos demonstram a divindade do homem.
Exige uma fraternidade universal para a unidade de todos nós.
